Em áudio antes de ser morto, porteiro de condomínio relatou a parente ameaças de vigilante, suspeito do crime.

Jovem de 23 anos foi morto no local onde trabalhava, em Itumbiara; colega é suspeito dos disparos e fugiu do local. Segundo polícia, discussão por papel jogado no chão motivou crime.

Em áudio antes de ser morto, porteiro de condomínio relatou a parente ameaças de vigilante, suspeito do crime.

Jovem de 23 anos foi morto no local onde trabalhava, em Itumbiara; colega é suspeito dos disparos e fugiu do local. Segundo polícia, discussão por papel jogado no chão motivou crime.

Na mensagem, Guilherme afirma que, se algo acontecesse a ele, seria cometido pelo "gordinho que trampa" no local, se referindo a Wallas.

"Ô, faz só um favorzinho para mim parceiro. 6h você encosta aqui no serviço fazendo um favor. Se acontecer alguma bosta aqui, o cara tá me ameaçando aqui. Vai acontecer. Mas se acontecer alguma coisa comigo é um gordinho que trampa aqui", diz o áudio.

O jovem foi assassinado logo em seguida, na madrugada deste sábado (13), com três tiros. Após os disparos, Wallas fugiu do local e, desde então, é procurado pela polícia.

"O porteiro foi ameaçado pelo vigilante por algumas vezes e depois disso ele foi até o carro. Só que quando ele retornou ao seu posto de trabalho, o vigilante efetuou a abordagem. Ele ergueu os braços. O vigilante, se aproveitando que ele estava de costas, com os braços erguidos, desferiu um disparo contra a cabeça e não satisfeito, com a vítima já em solo desferiu mais dois tiros", afirmou o delegado Ricardo Chueire.

 

A discussão entre os dois teria começado por conta de um papel jogado no chão. "O vigilante atirou uma bola de papel no lixo da guarita do porteiro, que pediu que ele catasse. Eles iniciaram uma discussão", disse Chueire.

OG1não conseguiu localizar a defesa de Wallas até a publicação desta reportagem.

Tio de Guilherme, Ricardo Alves lamentou o ocorrido e quer que o responsável seja penalizado. "Deus abençoe que a polícia vai elucidar o caso e punir como tem que ser feito. Justiça dos homens, porque a divina, ele não escapa", lamenta.

A empresa de segurança onde o vigilante trabalha disse que lamenta profundamente o ocorrido e que está prestando todo amparo à família do porteiro.



 


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